quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Make love...

    not war baby!

Começou tudo de novo...

e eu acho que preciso de mais férias...


Na verdade...

O único dom que me salva, é o dom de escrever. E é por isso que eu escrevo. Pra aliviar as dores e espantar os fantasmas. Palavras são meu refúgio, meu esconderijo. preserva minha sanidade, ajuda-me aguentar... Aguentar o que? Um mundo que me assusta, pessoas que me magoam, ideias que me oprimem. Onde mais eu conseguiria fugir desse mundo se não fossem os livros escritos por palavras inteligentes de grades autores? Até hoje não encontrei nada mais confortável e consolador do que dividir tudo comigo mesma. Ler, reler e ler de novo. Descobrir que eu estava errada ou tão certa que não havia ninguém capaz de contestar. É meu jeito de gritar pro mundo ouvir mesmo que ele não me ouça; é meu jeito de refletir e formar minha opinião. Talvez escrever seja uma forma de lamento, alguns simplesmente se lamentam melhor.





segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

3.

Eu acredito no destino. Em pessoas certas, nos lugares certos, na hora certa. Nada é por acaso. Nem o próprio acaso. Pra tudo tem uma explicação. Por mais ruim que tenha sido algo. Era pra ser. Eu acredito em anjos. Colocados em nossos caminhos por algum motivo, e com uma missão. O futuro não pertence a nós. Acredito nisso também. É o destino que escreve o nosso futuro. O acreditar que faz o existir. Tudo que eu acredito existe. Pela simples razão de eu acreditar. Talvez apenas em minha mente. Mas existe. Eu acredito no amor. Talvez nem saiba o que realmente é, talvez nunca tenha sentido. Mas ele existe. Acredito em finais felizes, mesmo que só existam em contos de fadas. Acredito nos meus sonhos. Nos meus desejos mais profundos. Acredito. Por isso existe.


2.

E  se tudo der errado? E se todos os nossos sonhos forem desgastados e destruidos pelo tempo? E se nossos planos que achamos ser suficientemente concretos forem como areia ou pó? Por mais que eu tente não pensar, é inevitável. É inevitável não pensar no lado ruim de tudo, mesmo que tudo pareça perfeito. É impossível tentar acreditar plenamente nos meus sonhos porque eu sei que a vida real é bem diferente. Eu tenho tanto medo de que tudo que eu contrui até hoje desmorone em segundos.Queria tanto não sentir medo.Queria que uma imensa coragem tomasse seu lugar e me desse força pra lutar por tudo que realmente acredito. Eu queria ser livre! Poder amar, sentir, viver sem limites. Sem ter que encontrar barreiras no meu caminho o tempo todo. Quero poder ser quem eu sou, e tirar essa máscara de mentiras que me cobre.Ah, eu quero tantas coisas.Porém, meus passos nessa longa estrada são pequenos demais para que eu consiga tudo agora. Terão muitas pedras e buracos, chuvas de verão e tempestades. E sei que vou passar por tudo, sendo bom ou ruim.

domingo, 24 de janeiro de 2010

1.


Eu não sou nada mais do que uma garota. Com sonhos e anceios. Com pensamentos e idéias próprias. Idéias um pouco diferentes da maioria, confesso. Apenas uma garota. Que ri, que chora, que vê, que acredita, que sonha, que fantasia, que pensa, que lê, que escreve, que ouve, que fala, que beija, que ama, que sente, que vive. E que apesar de cair, sempre levanta. Pois apesar de pouca idade, já sabe o suficiente da vida para vivê-la em toda sua essência. Aquela garota, que fantasia o possível e o impossível, que tenta transformar sua vida em um conto de fada, mesmo sabendo que não existem.A garota que confia demais, que sente demais, que ama demais, que odeia demais mesmo sendo incapaz de manifestar tal sentimento. Uma garota, que apesar de todos os empecilhos, continua acreditando que tudo vai melhorar, que no final sempre dá tudo certo. Que já se acostumou a juntar os pedaços de seu coração, de tanto que já fora partido. Mas que mesmo assim, ainda acredita no amor, e continua amando, e que ama com toda a intensidade que tal palavra representa. Porque essa garota idealista, acredita que se tem algo capaz de mudar tudo que há de errado e o que aparentemente não tem concerto nem solução, é o amor.